Aprenda como guiar a criança durante o atendimento

Na Intervenção Precoce naturalista (Denver) tem alguns pilares que são fundamentais, um deles é a variação, na forma de brincar e usar os brinquedos e nos sons.

Exemplo:

Se a criança quer brincar com um paninho, esse pano pode ser um chapéu, um tapete voador para o boneco, um pano de mágica, uma toalha de banho, um tapa olho de pirata. E nessa variação de uso vem acompanhada a variação de sons.

Nesse modelo de atuação a criança é quem escolhe o brinquedo/tema e dentro desse tema precisamos ter flexibilidade nas estratégias para alcançar nossos objetivos.

Atuar dessa maneira durante o processo terapêutico, facilita para que a criança participe e aprimore as atividades que você definiu como prioridade!

Vamos supor que entre os objetivos da sua intervenção está o treino de uso da tesoura, você imprimiu figuras, pensou na atividade, mas a criança não quer sentar e cortar.

Na Intervenção naturalista oportunizamos, através da variação, ampliar o repertório da linguagem, imitação, interação social, engajamento.

Ela quer o sapo? Tudo bem!

Vamos fazer a coroa do sapo? Cortar umas mosquinhas pra ele lanchar? Cortar a lagoa para cantar uma música e ver se o sapo aceita lavar o pé e tirar o chulé?

Também é bom usarmos estratégias para atrair o olhar da criança! Então para você conseguir entrar na brincadeira com a criança, use essa técnica: narre, traga objetos próximo ao seu rosto enquanto nomeia, faça sons lúdicos, varie!

O novo tem a tendência de atrair nossa atenção, inove na forma de brincar, mesmo que os brinquedos sejam sempre os mesmos.

Se você deseja conhecer mais assuntos sobre Intervenção Precoce, acesse o meu Instagram @coralina.terapeutaocupacional 

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