Usando a Intervenção Precoce no Autismo parar gerar resultados para a prática clínica infantil

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Eu sei que como Terapeutas, o que mais queremos é ver resultados na vida dos nossos pacientes, e para que isso aconteça, a Intervenção Precoce pode ajudar. 

Hoje eu trouxe aqui os 7 passos para melhorar a prática clínica e consequentemente trazer mais resultados para as crianças e suas famílias.

Passo número um: A Intervenção deve começar o mais rápido possível!

Sempre que for identificado algum tipo de atraso, comportamento atípico ou o diagnóstico ter sido fechado, deve-se começar a Intervenção imediatamente. Já que quanto mais cedo a criança tiver oportunidades de se desenvolver, mais rápido será o processo de evolução desse desenvolvimento.

O segundo passo é: O programa de intervenção deve ser individualizado para cada criança;

Mesmo que a gente tenha uma estrutura e um plano geral de intervenção, cada criança terá uma demanda diferente. E para cada criança será preciso um tipo de instrumento e planejamento diferente.

É como na Engenharia, todas as casas têm a mesma estrutura, paredes, pilar, teto, piso… Mas cada casa terá sua particularidade.

O terceiro passo é que o programa de intervenção deve ser designado e supervisionado por uma equipe experiente, profissional e interdisciplinar;

Isso quer dizer que essa criança deve ser acompanhada por diversos profissionais. Então você como Terapeuta que está acompanhado essa família, deve indicar os outros profissionais que devem acompanha essa criança, que podem ser fonoaudiólogos, psicólogos, fisioterapeutas e entre outros que devem ser especializados em Intervenção Precoce.

No quarto passo, nós devemos usar um plano de estudos centrado em áreas específicas que constituem desafios nas TEA.

Aqui nós definimos quais são as áreas mais desafiantes no TEA e também decidimos quais estratégias vamos usar para que elas possam ser superadas.

O quinto passo para obter resultados melhores na prática clínica, é realizar o monitoramento do processo de intervenção. Isso quer dizer que temos que acompanhar como está o progresso dessa criança para que possamos realizar ajustes no processo de intervenção caso seja necessário.

Outro ponto extremamente importante, é que a criança deve ser ativamente inscrita em atividades de intervenção e deve receber entre 20 a 25 horas de intervenção estruturada por semana! E essas horas podem ser com os profissionais da equipe que acompanham essa criança ou algum A.T. (Acompanhantes Terapêuticos).

O último ponto a ser avaliado é que os pais devem participar na intervenção, bem como na definição e prioridades, e devem ser ensinados a como implementar as estratégias de intervenção em casa. Nesse momento eles devem estar bem orientados de todas as tarefas que eles devem realizar!

Se você deseja conhecer mais assuntos sobre Intervenção Precoce, acesse o meu Instagram @coralina.terapeutaocupacional 

Fonte: Autismo Compreender e agir em família – Sally J. Rogers; Geraldine Dawson; Laurie A. Vismara. Op

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